No 20 de Setembro do ano passado tive a honra de desfilar no Alegrete. De parceiro, meu compadre Ricardo Hoffmann, a quem dedico estas linhas.
Metendo a cara
Amanheceu o grande dia e eu, mal saído dos cueros,
Nestas lidas de campeiros, fazendo o que mais queria
Primeiro lenço e aperos, que lembra uma história guerreira,
E antes de meter os arreios, mais um trato com a rascadeira
Então a égua enfurecida, Bandida no nome e tinhosa na lida,
Corcoveia, entre coice e pataço, arrebenta a presilha do laço...
Mas tinha no lombo um ginetaço!
E depois de choros e sustos, que até tiveram seus custos,
A malacara, enfim, se conscientiza:
Manda quem pode, obedece quem precisa!
Passado o retoço e o entrevero, toma-se o rumo da estrada,
E o trote segue, parelheiro, ao encontro da gauchada
Xiruzada dá os retoques, deixando tudo a preceito,
Colas atadas e coques, cheios de orgulho no peito
Partem os primeiros piquetes, subindo de a cavalo a Barão
De dois a dois os ginetes, honram história e tradição
Pelos caminhos e calçadas, toda gente vai se encantando
E pega-se o rumo da Praça, com o chinaredo acenando
Chega-se na dispersão, quando terminado o trajeto,
E apesar da diversão, ainda não está completo
Porque o 20 de Setembro no Alegrete,
Não tem lá tanta graça,
Se não te metes noutro piquete
Pra passar duas vezes na Praça!
Metendo a cara
Amanheceu o grande dia e eu, mal saído dos cueros,
Nestas lidas de campeiros, fazendo o que mais queria
Primeiro lenço e aperos, que lembra uma história guerreira,
E antes de meter os arreios, mais um trato com a rascadeira
Então a égua enfurecida, Bandida no nome e tinhosa na lida,
Corcoveia, entre coice e pataço, arrebenta a presilha do laço...
Mas tinha no lombo um ginetaço!
E depois de choros e sustos, que até tiveram seus custos,
A malacara, enfim, se conscientiza:
Manda quem pode, obedece quem precisa!
Passado o retoço e o entrevero, toma-se o rumo da estrada,
E o trote segue, parelheiro, ao encontro da gauchada
Xiruzada dá os retoques, deixando tudo a preceito,
Colas atadas e coques, cheios de orgulho no peito
Partem os primeiros piquetes, subindo de a cavalo a Barão
De dois a dois os ginetes, honram história e tradição
Pelos caminhos e calçadas, toda gente vai se encantando
E pega-se o rumo da Praça, com o chinaredo acenando
Chega-se na dispersão, quando terminado o trajeto,
E apesar da diversão, ainda não está completo
Porque o 20 de Setembro no Alegrete,
Não tem lá tanta graça,
Se não te metes noutro piquete
Pra passar duas vezes na Praça!
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